
Seminário Pibic ocorre de 19 a 21 de agosto, no Campus de Pesquisa, em Terra Firme, com transmissão pela internet.
Neste artigo
Uma geração de estudantes de graduação apresenta, a partir desta quarta-feira (19), os resultados de pesquisas desenvolvidas durante um ano no Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém. O 34º Seminário do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) será realizado até sexta-feira (21), no Campus de Pesquisa da instituição, no bairro da Terra Firme, com a participação de 87 estudantes orientados por pesquisadores doutores do Museu.
Com o tema “160 anos do Museu Goeldi: memórias da formação científica na Amazônia”, o encontro reúne trabalhos de diferentes áreas do conhecimento e instituições de ensino. A programação ocorre nos períodos da manhã e da tarde, com apresentações coordenadas por pesquisadores do MPEG e avaliação de representantes de instituições federais de pesquisa.
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Pesquisas abrangem ciência, cultura e biodiversidade
Os estudos foram organizados em cinco sessões temáticas. A primeira reúne Antropologia, Arqueologia e Linguística. Nessa área, estão previstos 15 trabalhos relacionados a sociedades amazônicas, patrimônio, línguas, ocupação humana e produção de conhecimentos sobre a região.
A sessão de Ciências da Terra e Ecologia, Tecnologia e Inovação concentra 25 pesquisas. Os temas podem envolver processos ambientais, recursos naturais, soluções tecnológicas e diferentes aspectos da relação entre sociedade e território amazônico.
Também fazem parte da programação as sessões de Sistemática e Ecologia Animal, com 19 apresentações, e de Sistemática e Ecologia Vegetal, Etnobotânica e Fitoquímica, com 18 estudos. Esses grupos representam uma parte importante da tradição científica do Museu Goeldi, especialmente na documentação da fauna, da flora e dos usos de espécies da Amazônia.
A quinta sessão é dedicada a Comunicação e Extensão, Museologia e Educação. O eixo terá 12 trabalhos e deve abordar formas de aproximar a pesquisa científica da sociedade, além de iniciativas ligadas à preservação, à divulgação do conhecimento e à educação museal.
Entenda o caso
O Seminário Pibic do Museu Goeldi é realizado desde 1993 e apresenta os resultados de projetos de iniciação científica conduzidos por estudantes de graduação. Durante o programa, os participantes desenvolvem atividades de pesquisa sob a orientação de especialistas vinculados ao MPEG.
O evento é uma etapa de formação acadêmica porque permite que os estudantes apresentem métodos, resultados e conclusões a pesquisadores e avaliadores externos. Também cria um espaço para troca entre áreas que estudam a Amazônia a partir de perspectivas científicas, culturais, sociais e educacionais.
Evento marca trajetória de 160 anos
A edição de 2026 integra as celebrações pelos 160 anos do Museu Paraense Emílio Goeldi. Criado em 1866, o Museu consolidou uma trajetória ligada à pesquisa e à formação de profissionais dedicados ao conhecimento da Amazônia.
Em Belém, a presença do Campus de Pesquisa na Terra Firme aproxima a produção científica de uma área densamente povoada da capital paraense. O espaço abriga atividades de investigação, coleções e ações de formação que ajudam a documentar a diversidade natural e cultural do Pará.
Segundo o Museu Paraense Emílio Goeldi, o 34º Seminário Pibic ocorre entre 19 e 21 de agosto de 2026, no Campus de Pesquisa da instituição, em Belém, com 87 estudantes de graduação apresentando resultados de pesquisas orientadas por pesquisadores do MPEG.
Apresentações terão avaliação externa
As sessões serão coordenadas por pesquisadores do Museu Goeldi. Cada uma também contará com um avaliador de instituições federais de pesquisa, responsável por comentar as produções apresentadas pelos estudantes.
A avaliação externa é parte do processo de divulgação dos trabalhos e contribui para que os participantes recebam observações sobre os procedimentos adotados, a organização dos dados e a comunicação dos resultados. Para quem está no início da carreira científica, a apresentação pública funciona como exercício de exposição e debate.
Embora o material divulgado pelo Museu informe a participação de 87 estudantes, a soma dos trabalhos listados nas cinco sessões resulta em 89 apresentações: 15 em Antropologia, Arqueologia e Linguística; 25 em Ciências da Terra e Ecologia, Tecnologia e Inovação; 19 em Sistemática e Ecologia Animal; 18 em Sistemática e Ecologia Vegetal, Etnobotânica e Fitoquímica; e 12 em Comunicação e Extensão, Museologia e Educação. A divergência precisa ser confirmada pelo MPEG antes da publicação final da programação detalhada.
Transmissão pela internet
As atividades serão realizadas presencialmente no Campus de Pesquisa, mas as apresentações também terão transmissão pelo canal oficial do Museu Goeldi no YouTube. O formato permite que estudantes, professores e interessados acompanhem a produção científica mesmo fora de Belém.
A programação começa às 8h desta quarta-feira (19) e segue ao longo dos três dias, com sessões pela manhã e à tarde. O Museu Goeldi informou que os detalhes das apresentações e os acessos à transmissão devem ser acompanhados nos canais oficiais da instituição.
Serviço
Evento: 34º Seminário do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do Museu Goeldi.
Tema: “160 anos do Museu Goeldi: memórias da formação científica na Amazônia”.
Data: de 19 a 21 de agosto de 2026.
Horários: manhã e tarde, com abertura a partir das 8h.
Local: Campus de Pesquisa do Museu Paraense Emílio Goeldi, bairro da Terra Firme, Belém.
Transmissão: canal oficial do Museu Goeldi no YouTube. Link específico da transmissão: [CHECAR].
Perguntas frequentes
O que é o Seminário Pibic do Museu Goeldi?
É um encontro anual em que estudantes de graduação apresentam resultados de pesquisas realizadas sob orientação de pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Quantos estudantes participam da edição de 2026?
O Museu Goeldi informa a participação de 87 estudantes. A quantidade total de trabalhos precisa ser confirmada, pois a soma das sessões divulgadas chega a 89.
Onde acompanhar o evento?
As apresentações ocorrem no Campus de Pesquisa, em Terra Firme, e serão transmitidas pelo canal oficial do Museu Goeldi no YouTube.
Após o seminário, os trabalhos apresentados devem seguir os fluxos acadêmicos de avaliação e divulgação adotados pelo programa, ampliando o registro da produção científica de estudantes na Amazônia.
Com informações do Museu Paraense Emílio Goeldi.
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