
O Toró, festival dedicado ao audiovisual universitário, chega à 10ª edição de 1º a 5 de dezembro de 2026, no Sesc Ver-o-Peso, na Campina, em Belém. A programação reúne exibição de filmes de estudantes, sessões comentadas, debates e ações formativas.
Neste artigo
Serviço
- Datas: de 1º a 5 de dezembro de 2026.
- Local: Sesc Ver-o-Peso, antigo Sesc Boulevard.
- Endereço: Boulevard Castilhos França, 522, Campina, Belém.
- Programação: divulgada pela organização do festival.
Veja o evento na agenda da Pará+.
O que é o Toró
O nome, que em Belém lembra a chuva forte e repentina, batiza um festival criado para dar tela à produção dos estudantes de cinema e audiovisual. O Toró fortalece os circuitos de exibição, promove intercâmbio entre estudantes, realizadores e público e funciona como vitrine para quem está começando a filmar na Amazônia.
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O que tem na programação
- Mostras de curtas universitários, de Belém e de outras regiões.
- Sessões comentadas, com conversa entre realizadores e plateia.
- Debates sobre produção, distribuição e linguagem.
- Ações formativas, como oficinas e encontros.
Dez anos de festival
Chegar à 10ª edição é marca importante para um festival universitário, que depende de estudantes e coletivos para existir. Ao longo desse período, o Toró acompanhou o crescimento dos cursos de audiovisual em Belém e a chegada de uma geração que filma com celular, edita no computador de casa e circula os trabalhos em festivais e plataformas.
O lugar
O Sesc Ver-o-Peso fica no Boulevard Castilhos França, de frente para a baía, ao lado do mercado e da feira mais famosos de Belém. Ligar o ambiente histórico do Ver-o-Peso à produção audiovisual contemporânea é parte da proposta da ocupação. O espaço recebe ao longo do ano sessões de cinema, oficinas e exposições.
Para quem é
O público principal são estudantes e realizadores, mas as sessões interessam a qualquer pessoa curiosa sobre cinema feito na região. Curtas universitários costumam ser mais experimentais e trazem temas pouco vistos nas grandes telas, como histórias de bairros, periferias, comunidades ribeirinhas e da própria vida estudantil em Belém.
Como aproveitar
- Confira a grade por dia: festivais de curtas organizam as sessões por mostra e tema.
- Fique para as sessões comentadas. Conversar com quem fez o filme é a melhor parte de um festival universitário.
- Estudantes que pensam em inscrever trabalhos em edições futuras podem usar o festival para conhecer o perfil da curadoria.
Para outras sessões de cinema e atividades no centro histórico, veja a agenda da Pará+.
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