
O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), por meio da Diretoria de Gestão de Florestas Públicas de Produção (DGFLOP), participou da I Feira de Produtos Florestais Não Madeireiros realizada por alunos do curso de Engenharia Florestal da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Campus Capitão Poço. O evento reuniu estudantes, professores, gestores públicos e representantes de comunidades para promover o conhecimento e a valorização dos produtos florestais sustentáveis da região.
Durante a programação, a engenheira florestal e gerente de Contratos Florestais do Ideflor-Bio, Cíntia Soares, apresentou a proposta da Rede de Sementes do Estado do Pará, uma iniciativa que integra a política de bioeconomia do Estado, com foco no uso sustentável da floresta e na geração de alternativas de renda para comunidades tradicionais, agricultores familiares e povos originários.
Sobre o Plano
A Rede de Sementes do Pará é uma estratégia que visa conectar ofertantes e demandantes de sementes nativas, fortalecendo cadeias produtivas florestais, estimulando a restauração ecológica e contribuindo para o cumprimento das metas ambientais estaduais. A proposta também se insere nos objetivos do Plano Estadual de Bioeconomia, ao aliar conservação ambiental com geração de renda e inclusão social.
Latas de aço protegem alimentos em doações após chuvas e tornam a logística de emergência mais segura
Jacaré-açu vira renda no rio, mas só com cota e abate licenciado
Fogo cai 13,6% no país em setembro, mas sobe 74% na Amazônia
Como criar um jardim de ervas aromáticas usando materiais recicláveis
Ideflor-Bio e Conservação Internacional discutem novas parcerias para a Amazônia
Guardiões da Diversidade: Agricultores Familiares em Barcarena Preservam Sementes Tradicionais para um Futuro Sustentável
“A Rede de Sementes representa uma importante política pública para impulsionar o manejo florestal sustentável, restaurar áreas degradadas e valorizar o conhecimento tradicional das comunidades. Estamos criando pontes entre a floresta em pé e o desenvolvimento econômico, com justiça social e respeito ambiental”, afirmou Cíntia Soares durante sua apresentação na feira.
Aprendizagem

Para a diretora do Instituto de Ciências Agrárias (ICA) da Ufra, professora Gracialda Ferreira, a presença do Ideflor-Bio fortalece o papel da universidade como espaço de articulação entre ciência, políticas públicas e protagonismo estudantil. “Eventos como esse ampliam o olhar dos nossos alunos para as oportunidades que a floresta oferece de forma sustentável. A participação do Ideflor-Bio agrega conhecimento técnico e institucional à formação dos nossos futuros engenheiros florestais”, destacou.
A feira também contou com exposições de produtos locais, rodas de conversa, apresentações culturais e oficinas práticas, consolidando-se como uma importante iniciativa de valorização do saber técnico-científico aliado aos saberes tradicionais. A parceria entre academia, governo e sociedade civil sinaliza caminhos promissores para o fortalecimento da bioeconomia no Pará.
Mais Lidas
- Círio de Nazaré: a fé que move 2,6 milhões de pessoas pelas ruas de Belém
- ArranCo começa operação em Paragominas para levar marcas do agro e da indústria para além do Pará
- Traslado da Imagem Peregrina mobiliza fiéis entre Belém, Ananindeua e Marituba
- Brinquedo de miriti, a arte que leva a Amazônia para o Círio de Nazaré
- Sábado do Círio tem romarias desde as 5h30 e Trasladação à noite
O Google lançou as Fontes Preferenciais: você escolhe os veículos que aparecem com prioridade. Adicione o Pará+ e garanta a nossa cobertura sempre em destaque.
⭐ Adicionar Pará+ como Fonte PreferencialComo funciona em 3 passos:
- Pesquise qualquer assunto no Google
- Toque no ⭐ ao lado de “Principais Notícias”
- Busque Pará+ e marque a caixa — pronto!





Você precisa fazer login para comentar.