Seleção Brasileira de Futebol volta a Belém para treinos no Novo Mangueirão
Pouco mais de um ano depois, a Seleção Brasileira de Futebol retorna ao Pará. O governador Helder Barbalho e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues, anunciaram que a Seleção usará as instalações do Novo Mangueirão para os treinos antes do jogo contra a Venezuela, em Maturin. Os treinos acontecerão nos dias 11, 12 e 13 de novembro.“O povo paraense, apaixonado pelo futebol, terá mais essa oportunidade de contato com a Seleção Brasileira. O Mangueirão está pronto, com tudo organizado. Estamos trabalhando para permitir treinos com portões abertos, oferecendo à população a chance de interagir com o time e proporcionar a atmosfera vibrante do nosso estado”, afirmou o governador Helder Barbalho.Novo MangueirãoO estádio, reconstruído e modernizado, foi um fator decisivo para a escolha da CBF de trazer novamente a Seleção para Belém. Atendendo aos padrões da FIFA, o local possui agora capacidade para mais de 50 mil torcedores, novos acessos e uma estrutura interna que chama a atenção dos clubes. O gramado do Mangueirão, do tipo "Bermudas Celebration", é adequado para o clima tropical de Belém e é utilizado nos principais estádios do mundo.“Desde o primeiro jogo com a Bolívia, todos ficaram muito entusiasmados com as instalações. Acreditamos que os atletas vão desfrutar do carinho do torcedor paraense”, disse Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF.Em 2023, a Seleção treinou e jogou no Mangueirão na abertura das Eliminatórias da Copa do Mundo, vencendo a Bolívia por 5x1. A atmosfera calorosa da torcida paraense foi bem recebida pela Seleção e pela CBF, levando à decisão de voltar ao Pará.O governador reforçou o desejo de garantir a presença do torcedor em um dos treinos da Seleção em Belém, afirmando: “Precisamos fazer treino com portão aberto para lotar o Mangueirão e proporcionar essa atmosfera para os nossos atletas”.Outros eventos em BelémEm agosto, o Governo do Estado e a CBF anunciaram Belém como uma das candidatas a sede da Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil. A capital paraense também foi oficializada como sede da Supercopa do Brasil de 2025, que reunirá, em jogo único, o campeão da Série A do Campeonato Brasileiro e o vencedor da Copa do Brasil de 2024.
Nova fase do Programa Bolsa Verde beneficia 15 mil famílias com investimento de R$ 60 milhões
A Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater) recebeu um investimento de R$ 60 milhões do Governo Federal para a nova fase do Programa Bolsa Verde, que beneficiará cerca de 15 mil famílias. Deste valor, R$ 53,4 milhões serão destinados a 13,3 mil famílias nos estados do Pará, Amapá, Alagoas e Bahia, enquanto R$ 6,6 milhões serão aplicados através de Instrumentos Específicos de Parceria (IEP) em empresas públicas de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), atendendo 1.650 famílias nos estados do Acre e Amazonas.O Bolsa Verde oferece pagamentos trimestrais de R$ 600 para famílias em Unidades de Conservação de Uso Sustentável, assentamentos diferenciados da Reforma Agrária e territórios ocupados por povos e comunidades tradicionais. Em troca, essas famílias comprometem-se a adotar práticas sustentáveis para preservar os recursos naturais e monitorar as áreas onde vivem. A assistência especializada será fornecida por 15 meses.Marenilson Batista da Silva, diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural da Secretaria de Agricultura Familiar e Agroecologia do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), destacou a importância do programa: "Vamos incentivar a produção de renda sem descuidar das florestas e das reservas extrativistas, porque acreditamos que podemos produzir com qualidade sem descuidar do planeta".A iniciativa, consolidada por Termo de Execução Descentralizada (TED) entre o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e o MDA, oferecerá aos acreanos e amazonenses bolsas ambientais trimestrais, capacitação profissional e comercial, além de melhorias na oferta de serviços públicos como saneamento básico e internet banda larga.Um diferencial do programa é a assistência técnica qualificada, que permitirá às famílias ampliar suas atividades agroextrativistas e pesqueiras, diversificar fontes de renda, melhorar a segurança alimentar e acessar programas como o Pronaf, PAA e PNAE.O Bolsa Verde é um programa socioeconômico e ambiental que visa unir cidadania e preservação do meio ambiente. Mais do que uma transferência de renda, é uma política pública essencial para a proteção dos recursos naturais, erradicação da pobreza e desenvolvimento sustentável do país.Para participar, as famílias devem estar em situação de baixa renda, inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e desenvolver atividades de conservação na área onde vivem. O cadastro deve ser feito pelo site bolsaverde.mma.gov.br/cidadao e aceito pelo Responsável Familiar (RF) cadastrado no CadÚnico. O RF também precisa estar registrado no Gov.Br para acessar o módulo de adesão ao programa.
Sespa prorroga campanha de vacinação contra Influenza até 29 de novembro
A Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) estendeu a campanha de vacinação contra a Influenza até o dia 29 de novembro de 2024. A principal meta é prevenir complicações graves da gripe, reduzir óbitos e aliviar a pressão sobre os serviços de saúde, especialmente no Sistema Único de Saúde (SUS).A prorrogação foi decidida devido à baixa adesão do público-alvo. Inicialmente, a campanha pretendia vacinar 90% dos grupos prioritários, totalizando 2.751.070 pessoas até o dia 26 de outubro. No entanto, apenas 687.767 pessoas foram vacinadas até agora, representando apenas 25% da meta.Jaíra Ataíde, coordenadora estadual de imunizações, ressaltou a importância da vacinação. “A vacinação é a melhor estratégia de prevenção contra a influenza, promovendo imunidade durante o período de maior circulação dos vírus e reduzindo o agravamento da doença, internações e óbitos, especialmente entre os mais vulneráveis”.A secretária de Saúde Pública do Pará, Ivete Gadelha Vaz, explicou que a campanha foi planejada para proteger os grupos prioritários antes do início do período chuvoso na região Norte. “A campanha começou em 2 de setembro, adaptada às condições do Norte. Diferente das outras regiões, onde a vacinação ocorre entre abril e maio, no Pará ela vai até 29 de novembro, ampliando a oportunidade de proteção antes do inverno amazônico”, afirmou.A vacinação está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) em todo o estado, e a Sespa orienta que todos os grupos prioritários busquem os postos mais próximos para se vacinarem e contribuírem para a saúde coletiva.Os grupos prioritários incluem crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, povos indígenas e professores, que são mais vulneráveis aos efeitos graves da influenza. A vacinação também abrange pessoas com doenças crônicas, deficiências, caminhoneiros, trabalhadores de transportes coletivos e portuários, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas e a população privada de liberdade.
Encontro do G20 celebra adesões à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza
Líderes dos principais bancos multilaterais de desenvolvimento se reuniram para celebrar a adesão de Instituições Financeiras Internacionais (IFI) à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. O encontro simbólico foi realizado a convite do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante a última reunião de Ministros da Fazenda e Presidentes de Bancos Centrais sob a presidência brasileira do G20, em Washington (EUA).Estiveram presentes representantes do Banco Africano de Desenvolvimento (AFDB), Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB), Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF), Banco Europeu de Investimento (EIB), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), Fundo Monetário Internacional (FMI), Novo Banco de Desenvolvimento (NBD) e Grupo Banco Mundial (GBM).A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza é uma das principais iniciativas da presidência do G20 do Brasil, refletindo o compromisso do presidente Lula com a causa social. “A reunião dessas lideranças demonstra que estamos construindo um sólido pilar financeiro para suportar o peso da missão da Aliança Global”, disse o ministro Fernando Haddad.Além de países e organizações regionais, como a União Africana e a União Europeia, a Aliança também pode incluir atores não estatais, como organizações da sociedade civil, institutos de pesquisa, filantropia e organizações internacionais. A Aliança estruturará seu trabalho em três pilares: nacional, financeiro e de conhecimento; com bancos e fundos contribuindo especialmente para os dois últimos.A participação dos Bancos e Fundos é essencial devido à sua capacidade de fornecer empréstimos concessionais e doações, além de coordenar a mobilização de recursos e apoiar plataformas de países. Esses recursos são particularmente importantes em um contexto de alta dívida e exíguo espaço fiscal nos países mais vulneráveis à insegurança alimentar e nutricional e à pobreza multidimensional.Valor multiplicadoQuando um país doa ou empresta um dólar, esse valor é transferido, mas quando um país contribui com um dólar para uma IFI, esse valor pode ser multiplicado em aproximadamente quatro vezes. Nesse sentido, a Aliança Global defende reposições de capital ambiciosas para as IFI e reformas que as tornem maiores, melhores e mais eficazes, de acordo com o roadmap para reformas dos Bancos Multilaterais de Desenvolvimento aprovado por consenso.A Aliança Global também encoraja as IFI a desenvolverem instrumentos financeiros inovadores para aumentar os recursos disponíveis para o investimento em desenvolvimento sustentável e transições justas. O governo brasileiro está apoiando um novo instrumento projetado pelo BID e pelo AfDB, que pode multiplicar depósitos em cerca de oito vezes.O presidente do BID, Ilan Goldfajn, afirmou: “O BID tem orgulho de ser parceiro da Aliança Global contra a Pobreza e a Fome. Em colaboração com o Banco Africano de Desenvolvimento, elaboramos o Instrumento de Capital Híbrido SDR para capacitar as nações a enfrentar a fome crônica e a pobreza extrema sem custos adicionais ao orçamento. Juntos, podemos promover uma mudança real”.Já o presidente do AFDB, Akinwumi A. Adesina, declarou que “o Grupo Banco Africano de Desenvolvimento tem orgulho de ser parceiro da presidência brasileira do G20 e de apoiar a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Juntos, devemos agir com urgência e determinação para ampliar o combate à pobreza, acabar com a fome e erradicar a desnutrição. Nossa força está em consolidar nossa colaboração, mobilizar recursos com rapidez e em grande escala, e direcioná-los para onde são mais necessários. O Instrumento de Capital Híbrido dos Direitos Especiais de Saque é uma das soluções para alcançar esse objetivo.”Além do financiamento, as IFI contribuem com capacidade técnica no Pilar de Conhecimento da Aliança, por serem instituições que possuem experiência no desenho e implementação de projetos, o que é extremamente valioso para os países que executam essas iniciativas. Essa característica faz delas aliados cruciais nos esforços para alcançar ações de grande impacto, capazes de colocar os países no caminho para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 1 e 2 até 2030, o principal objetivo da Aliança.“De forma simples: fome e pobreza estão interligadas. Precisamos enfrentá-las e trabalhar arduamente para erradicá-las de nosso mundo. Como parte de nosso compromisso com a Aliança Global e nossa parceria com o Brasil, o Grupo Banco Mundial será o principal parceiro de conhecimento da Aliança”, disse Ajay Banga, presidente do Grupo Banco Mundial. “O conhecimento é mais impactante quando combinado com recursos, e é por isso que também disponibilizaremos financiamento da Associação Internacional para o Desenvolvimento (IDA) para apoiar as escolhas dos países a partir da cesta de políticas da Aliança. Nosso objetivo é apoiar meio bilhão de pessoas com proteção social até o final de 2030. Estamos determinados a fazer entregas concretas e vemos a Aliança como um marco fundamental nesse esforço”.Para muitos países, políticas e programas voltados para o desenvolvimento de infraestrutura podem ser transformadores. Nesse aspecto, o vice-presidente do NBD, Anil Kishora, declarou: “Ao aderir à Aliança Global, o NBD reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável em seus países membros, contribuindo assim para a conquista dos ODS interligados de Erradicação da Pobreza e Fome Zero”. O presidente do AIIB, Jin Liqun, também afirmou: “O AIIB tem orgulho de ser um parceiro central nesta iniciativa inovadora sob a presidência brasileira do G20. Construir infraestrutura social, física e digital sustentável, inclusiva e resiliente está no cerne da luta contra a pobreza e a fome global”.Cooperação regionalFalando em nome do CAF, o vice-presidente Antonio Silveira destacou: “A adesão reafirma o compromisso do banco com o desenvolvimento sustentável e a cooperação regional. Estamos dedicados a mobilizar recursos e experiência para promover soluções de impacto que estejam alinhadas com os ODS, especialmente aqueles voltados para erradicar a fome e a pobreza”.O CAF foi o primeiro banco multilateral de desenvolvimento a aderir à Aliança Global, que não é restrita aos membros do G20, como o Fida, que também já concluiu seu processo de adesão. Em uma mensagem enviada aos líderes do grupo, o presidente do Fida, Alvaro Lario, destacou que “O progresso incrível do mundo no combate à fome e à pobreza nas últimas sete décadas mostra que um mundo mais justo é possível com os investimentos e a vontade política certos. A Aliança Global tem o potencial de entregar ambos, e o Fida está comprometido em trabalhar com todos os membros para enfrentar a pobreza rural, reduzir desigualdades e catalisar investimentos, especialmente nas comunidades rurais, onde mais se precisa”.No último dia de negociações realizadas na sede do FMI, a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, saudou “a liderança do Brasil por colocar a erradicação da pobreza e da fome no centro da agenda do G20” e destacou que “O FMI contribui para esses objetivos apoiando nossos membros na promoção do crescimento inclusivo e no fortalecimento da resiliência econômica”.O ministro Haddad enfatizou ainda que “financiar a cooperação internacional em torno da Cesta de Políticas da Aliança é um caminho promissor” e que “o encontro de hoje sinaliza a disposição de avançarmos decididamente nesse caminho”. Concluiu dizendo que “convidamos outros agentes de financiamento estatais, filantropia, fundos e bancos multilaterais de desenvolvimento a também se tornarem membros da Aliança”. Nesse espírito, a presidente do EIB, Nadia Calviño, celebrou a reunião: “Combater a pobreza e a fome está no coração da missão da família dos bancos multilaterais de desenvolvimento. Trabalhando juntos, vamos mais longe e mais rápido”.
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