Exposição queer reúne artistas do Norte e Nordeste em Belém

Mostra gratuita abre nesta quinta-feira, 6 de agosto, no Museu da UFPA, com obras de 14 artistas LGBTQIAPN+.

Neste artigo
  1. Mostra chega a Belém após temporada no Ceará
  2. Arte, diversidade e representatividade
  3. Mesa-redonda discute os processos da exposição
  4. Programação no Museu da UFPA
  5. Perguntas frequentes
Imagem de divulgação da exposição Imaginários Queer no Museu da UFPA
Imagem de divulgação da exposição Imaginários Queer. Foto: divulgação/MUFPA. Arquivo de imagens disponível no link da organização.

A exposição queer “Imaginários Queer: entre o figurativo e o abstrato” será aberta nesta quinta-feira, 6 de agosto de 2026, no Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA), em Belém. A mostra reúne 14 artistas LGBTQIAPN+ do Norte e Nordeste e propõe uma reflexão sobre as diferentes formas de representação, identidade e diversidade na arte contemporânea brasileira. A visitação será gratuita de 7 de agosto a 3 de setembro.

Mostra chega a Belém após temporada no Ceará

Realizada inicialmente no Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri, no Ceará, a exposição chega à capital paraense com uma seleção de trabalhos que transita entre a figuração e a abstração. A proposta é apresentar diferentes modos de construção de imagens, narrativas e poéticas relacionadas às experiências queer nas regiões Norte e Nordeste.

A curadoria é assinada por Eduardo Bruno, do Ceará, e Paola Maués, do Pará. Waldírio Castro, da Paraíba, participa como curador adjunto. A presença de profissionais e artistas de diferentes estados amplia o diálogo regional e aproxima o público de produções que nem sempre ocupam os principais circuitos de exposição do país.

Segundo o Museu da UFPA, a exposição será aberta em 6 de agosto de 2026, das 19h às 21h, e poderá ser visitada gratuitamente em Belém entre 7 de agosto e 3 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h.

Arte, diversidade e representatividade

O eixo da exposição parte da relação entre o figurativo e o abstrato para discutir como os artistas elaboram visualmente temas ligados à sexualidade, ao gênero, à memória e à existência. Em vez de apresentar uma única definição sobre a produção queer, a mostra reúne perspectivas distintas e valoriza a pluralidade de linguagens.

O recorte também evidencia a importância de iniciativas que conectam artistas do Norte e do Nordeste. Para o público paraense, a programação representa uma oportunidade de conhecer obras e trajetórias vinculadas a contextos culturais próximos, mas marcados por experiências sociais e artísticas diversas.

Exposição queer reúne artistas do Norte e Nordeste em Belém
Foto: acervo

A realização no MUFPA reforça o papel do espaço da Universidade Federal do Pará como local de circulação de debates sobre arte contemporânea, direitos, diversidade e produção cultural. A entrada gratuita permite que estudantes, pesquisadores, profissionais da área e visitantes acompanhem a mostra sem cobrança de ingresso.

Entenda o caso

“Imaginários Queer: entre o figurativo e o abstrato” é uma exposição coletiva com 14 artistas LGBTQIAPN+ do Norte e Nordeste. A primeira temporada ocorreu no Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri, no Ceará, e a segunda edição será realizada no Museu da UFPA, em Belém.

A mostra investiga como diferentes artistas utilizam imagens figurativas e formas abstratas para elaborar experiências, memórias e identidades. A curadoria é de Eduardo Bruno e Paola Maués, com curadoria adjunta de Waldírio Castro.

Mesa-redonda discute os processos da exposição

Além da abertura, o projeto terá a mesa-redonda “Imaginários Queer em debate”, marcada para sexta-feira, 7 de agosto, das 14h30 às 16h, também no Museu da UFPA. A atividade será voltada à discussão dos processos curatoriais e das poéticas presentes na exposição.

Participam do encontro os curadores Eduardo Bruno e Paola Maués, além dos artistas Rafael Matheus Moreira, do Pará, e Thyago Nunes, do Ceará. A conversa deve abordar as relações entre arte, diversidade e representatividade, bem como os caminhos percorridos para reunir trabalhos de diferentes estados.

“Imaginários Queer em debate” reunirá curadores e artistas para discutir os processos curatoriais, as poéticas da mostra e as relações entre arte, diversidade e representatividade.

A participação na mesa-redonda também é gratuita. O material divulgado não informa a necessidade de inscrição prévia ou a quantidade de vagas, portanto o público interessado deve buscar orientações diretamente com o Museu da UFPA antes do evento.

Exposição queer reúne artistas do Norte e Nordeste em Belém
Foto: acervo

Programação no Museu da UFPA

A abertura da exposição será realizada na quinta-feira, 6 de agosto, das 19h às 21h. A visitação começa no dia seguinte e segue até 3 de setembro, de segunda a sexta-feira, das 10h às 16h. O Museu da UFPA fica em Belém, mas o material de divulgação não detalha neste comunicado o endereço completo do espaço.

Como a mostra terá circulação durante quase um mês, a programação pode interessar especialmente a estudantes e professores das áreas de artes visuais, comunicação, ciências humanas e educação. A presença de artistas paraenses na seleção e na mesa-redonda também cria uma conexão direta com a produção cultural da Grande Belém.

Para acompanhar a exposição, o visitante deve conferir eventuais atualizações sobre funcionamento, acessibilidade e orientações de visitação nos canais oficiais do Museu da UFPA. A programação começa com a abertura em 6 de agosto e segue com visitação e debate público nos dias seguintes.

Perguntas frequentes

Quando começa a exposição Imaginários Queer?

A abertura será em 6 de agosto de 2026, quinta-feira, das 19h às 21h. A visitação começa em 7 de agosto e segue até 3 de setembro.

Onde será realizada a mostra?

A exposição será realizada no Museu da Universidade Federal do Pará, o MUFPA, em Belém.

A entrada é gratuita?

Sim. A visitação da exposição e a participação na mesa-redonda são gratuitas. A mesa ocorre em 7 de agosto, das 14h30 às 16h.

Com informações de Museu da Universidade Federal do Pará.

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