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Teatro e dança · Sáb, 17 de outubro

História sem fim O musical

História sem fim O musical
Quandosábado, 17 de outubro, 19hAté domingo, 18 de outubro
OndeTeatro Margarida Schivasappa (Centur)Av. Gentil Bittencourt, 650, Nazaré
QuantoR$ 50Ingressos: Sympla
ProduçãoAttuô Produções
Instagram@attuo.producoes · @teatromargaridaschivasappaprodução e lugar

Livre adaptação autoral relaciona a jornada de um garoto às fases do luto e apresenta grandes sucessos musicais dos anos 1980.
Baseado no romance homônimo, o musical “A História Sem Fim” chega ao palco do Teatro Margarida Schivazappa, no Centur, nos dias 17 e 18 de outubro, convidando o público a mergulhar na magia dos livros, da imaginação e da arte.
A montagem apresenta Bastian Balthazar, um garoto sonhador que encontra na leitura um refúgio para situações que o entristecem, como as dificuldades na escola e, principalmente, a recente perda de sua mãe. Certo dia, após fugir de outros garotos, Bastian entra em uma livraria e conhece um livro misterioso chamado “A História Sem Fim”.
À medida que avança na leitura, o menino é transportado para o fantástico mundo de Fantasia, habitado por criaturas como um caracol de corrida, um morcego planador, um dragão da sorte, elfos, a Imperatriz Criança, o valente guerreiro Atreyu e uma pedra ambulante chamada Come-Pedra.
Fantasia, porém, está ameaçada pelo Nada. A Imperatriz Criança está morrendo e, com ela, todo aquele universo corre o risco de desaparecer. Atreyu torna-se a principal esperança para encontrar a cura da imperatriz e impedir que Fantasia seja completamente engolida.
Considerada uma história emblemática e encenada em um filme clássico dos anos 80, “A História Sem Fim” ganha uma livre adaptação autoral para os palcos de Belém e tem a música como elemento condutor da narrativa. A trilha reúne alguns dos maiores hits e sucessos daquela década, estabelecendo conexões entre as canções, os acontecimentos vividos pelos personagens e a atmosfera fantástica da obra.
As fases do luto
Nesta versão, a aventura de Bastian também estabelece um paralelo sensível com as diferentes fases do luto. A relação do personagem com os livros e com a memória da mãe ganha novos significados ao longo da montagem, fazendo da imaginação um caminho para lidar com a ausência, preservar os vínculos afetivos e transformar a dor.
A criação também nasce de uma experiência pessoal do diretor Kleber Dümerval, que não pôde se despedir da própria mãe devido às restrições sanitárias impostas durante a pandemia. Como a arte constituía o principal elo entre os dois, a montagem tornou-se uma forma de transformar essa despedida interrompida em uma homenagem poética.

Teatro e dançaTeatro Margarida Schivasappa (Centur)Nazaré

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