Rejunte do banheiro escurece com fungo no calor úmido do Pará e esfregar sabão não resolve a porosidade

A ventilação insuficiente mantém água nos poros do rejunte, favorece a colonização fúngica e pode tornar o reparo mais adequado que a limpeza.

Quem mora no Pará reconhece a cena: o rejunte do box começa a ficar cinza ou preto, principalmente nos cantos e perto do ralo, mesmo depois de o banheiro ser lavado.

A primeira reação costuma ser esfregar com sabão, escova e bastante água.

A superfície até pode clarear por algum tempo, mas a marca volta porque o problema não está apenas no que ficou depositado por cima.O rejunte é um material poroso.

Entre os grãos existem pequenos espaços que retêm água, resíduos de sabonete e partículas do ambiente.

No calor úmido da Amazônia, esses espaços demoram mais para secar quando o banheiro não recebe circulação de ar.

Essa umidade persistente cria condições para a colonização por fungos dentro e sobre a porosidade do material.Por que a lavagem comum não alcança o escurecimentoLimpar e eliminar são etapas diferentes.

A limpeza remove a camada visível de resíduos, enquanto a colonização fúngica pode continuar alojada nos poros e nas pequenas fissuras do rejunte.

Por isso, o sabão consegue tirar parte da aparência escura, mas não muda a causa que mantém o material úmido.Há ainda um ciclo difícil de perceber.

O banho molha o rejunte, o vapor se espalha pelo cômodo e a água permanece nas juntas por mais tempo quando a porta fica fechada ou a janela não favorece a troca de ar.

Depois, o banheiro parece seco à vista, mas o interior do rejunte ainda pode conservar umidade.

Uma nova lavagem, sem secagem e ventilação, repete o mesmo processo.Como limpar sem agredir o rejunteAntes de começar, retire objetos do piso e deixe o banheiro arejado.

Leia a matéria completa no Pará+

Continuar lendo