Peixe fresco na feira do Pará reúne três sinais, guelra vermelha, olho abaulado e carne que retorna ao toque

Guelra, olho, carne e cheiro revelam o frescor do peixe; entenda como o gelo pode mascarar sinais e o que observar antes de comprar no Pará com segurança.

Na banca de peixe, a aparência pode enganar.

O pescado está deitado sobre uma camada de gelo, brilhando por causa da água derretida, mas isso não basta para indicar frescor.

Antes de escolher, observe três pontos no peixe inteiro: a guelra, o olho e a carne.

O cheiro também completa a avaliação.Essa conferência é especialmente útil nas feiras paraenses, onde peixes de rio chegam inteiros e podem ser vendidos já cobertos por gelo.

Em vez de olhar apenas a pele ou o brilho das escamas, peça espaço para ver a guelra e toque de leve a parte mais espessa do peixe.A guelra muda de vermelho vivo para escuroA guelra é uma das áreas que mais rapidamente revela alterações depois que o peixe deixa de estar fresco.

Quando o pescado está em boas condições, ela tende a apresentar vermelho vivo ou vermelho intenso, com aparência úmida e limpa.

Guelra marrom, acinzentada, muito escura ou com aspecto ressecado indica que o tempo já alterou aquela região.O mecanismo está ligado à própria exposição da guelra.

Ela é formada por lâminas finas e fica em contato direto com o ambiente, por isso perde a aparência original antes de outras partes do peixe.

Para conferir, levante cuidadosamente a tampa lateral da cabeça e compare a cor interna, sem arrancar a estrutura.Não confunda umidade com excesso de líquido.

A guelra pode estar molhada por causa do gelo, mas não deve parecer coberta por uma camada espessa de água turva, lodo ou secreção.

Se o vendedor não permite observar a guelra do peixe inteiro, a aparência externa sozinha não oferece a mesma quantidade de informação.O olho abaulado não tem o mesmo aspecto do olho fundoO olho é o segundo ponto de conferência.

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