Geladeira em cozinha quente do Pará evita gasto extra ao corrigir 2 pontos, parede e borracha da porta

O ar que circula atrás do aparelho e a vedação da porta definem quanto esforço o motor fará no calor úmido da Amazônia.

Na cozinha paraense, a geladeira pode ficar espremida entre a parede e o armário, principalmente quando o espaço também precisa acomodar farinha d’água, paneiros, panelas e os ingredientes do almoço.

Por fora, parece apenas uma escolha de organização.

Por dentro, o aparelho passa a trabalhar em condições mais difíceis para retirar o calor.O problema se agrava no clima quente e úmido do Pará.

A geladeira não produz frio de forma isolada: ela retira calor do compartimento interno e precisa liberar esse calor para o ambiente.

Para isso, ele depende da circulação de ar.

A parede muito próxima interrompe essa circulação e cria uma faixa de ar quente parada ao redor do equipamento.Não existe uma distância única que sirva para todas as geladeiras.

O espaço mínimo muda conforme o modelo, a posição do condensador e a orientação do fabricante.

Por isso, a medida indicada no manual deve prevalecer.

Poeira misturada a gordura e umidade forma uma camada sobre a serpentina.

Essa camada dificulta a passagem de ar e funciona como uma barreira para a troca de calor.Como liberar o ar e limpar a serpentina com segurançaAntes de mexer na traseira, desligue a geladeira da tomada.

Afaste o aparelho sem puxar pelo cabo e confira no manual onde ficam as áreas que podem ser limpas.

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