Cortina encostada no vidro amanhece úmida no Pará e 10 centímetros de distância ajudam o tecido a secar

A água formada pela condensação escorre da janela para a cortina durante a madrugada, mas ventilação e secagem mudam o resultado.

Quem abre a janela pela manhã e encontra pequenas gotas no vidro também pode notar a barra da cortina úmida, mesmo sem ter entrado chuva no quarto.

No clima quente e úmido do Pará, essa água costuma se formar durante a madrugada e escorrer exatamente para o tecido que fica mais perto da janela.

O problema começa quando a cortina encosta no vidro ou permanece a poucos centímetros dele.

A parte molhada demora a perder água, principalmente se a janela fica fechada por muitas horas.

O resultado aparece primeiro na barra, nas dobras e atrás do tecido, locais onde o ar circula pouco e o mofo encontra umidade persistente.

Por que o vidro molha durante a madrugada Durante a noite, o vidro pode ficar mais frio do que o ar dentro do cômodo.

O ar quente e úmido toca essa superfície, perde parte da capacidade de manter a água em forma invisível e libera pequenas gotas.

Quando elas se juntam, descem pela janela até o peitoril ou alcançam a cortina.

Em uma casa paraense, esse processo pode ficar mais evidente porque o ar já carrega muita umidade e a janela costuma permanecer fechada para barrar carapanãs.

Sem circulação, a água que atingiu o tecido não evapora com facilidade.

A cortina vira uma extensão da janela molhada, mesmo que o restante do cômodo pareça seco.

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