Coqueiro-anão parece caber no quintal pequeno, mas abre a copa e cria dois riscos antes de produzir cocos

No clima quente e úmido do Pará, a escolha do lugar define a segurança, a produção e o trabalho de manutenção do coqueiro-anão.

O coqueiro-anão parece uma escolha óbvia para o quintal pequeno porque cresce menos em altura que o coqueiro-gigante.

O problema aparece depois do plantio: o tronco continua estreito, mas as folhas se abrem para os lados e formam uma copa muito maior do que a base faz imaginar.

Em uma casa paraense, isso pode colocar folhas sobre o telhado, aproximar a copa da fiação e deixar cocos caindo em áreas de passagem.

O espaço necessário não é calculado apenas pela altura da muda.

É preciso considerar a abertura das folhas, a direção do vento, o caminho dos frutos e o acesso para retirar material seco.

A copa cresce para os lados antes de ocupar o alto As folhas do coqueiro saem do topo do tronco e se alongam em todas as direções.

Mesmo quando a planta ainda está baixa, cada folha pode avançar sobre o quintal, o muro ou a cobertura.

O tronco fino transmite a impressão de que a árvore ficará concentrada em um ponto, mas a copa funciona como uma área ampla ao redor dele.

Por isso, o local escolhido precisa ter uma faixa livre ao redor da muda.

O centro do plantio não deve ficar encostado na parede, sob fios ou junto ao beiral.

A distância deve permitir que as folhas adultas não raspem no telhado e que os cocos não caiam sobre portas, bancos, veículos ou áreas usadas pelas pessoas.

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