Após 27 anos sem grande reforma, escola do Benguí reabre para 960 alunos com 172 placas solares

Unidade municipal Florestan Fernandes recebeu investimento de R$ 4,5 milhões e novos espaços de aprendizagem e convivência.

Por muitos anos, a chuva e o calor faziam parte da rotina dos estudantes da Escola Municipal Florestan Fernandes, no Benguí, em Belém.

Salas que podiam alagar durante as aulas, aparelhos de ar-condicionado que não funcionavam e áreas externas sem estrutura para brincar deram lugar a uma unidade revitalizada, entregue à comunidade nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026.

A obra recebeu investimento de R$ 4,5 milhões e beneficia 960 alunos, além de servidores e famílias do entorno.

Inaugurada em 1999, a escola passou pela primeira grande intervenção estrutural desde a abertura.

A entrega também marcou a décima escola reinaugurada pela Prefeitura de Belém em menos de dois anos de gestão.

A unidade atende turmas da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens, Adultos e Idosos, a Ejai.

Do risco de alagamento a uma escola preparada para o cotidiano As mudanças alcançaram áreas que interferem diretamente na rotina escolar.

A reforma incluiu a reconstrução dos telhados, a recuperação de pilares, a revisão das instalações elétricas e a climatização das salas de aula.

Também foram revitalizados os pisos, a quadra esportiva, a biblioteca, o refeitório e os espaços administrativos.

Foto: Rei Teixeira O projeto incorporou ainda 172 placas solares, uma medida que amplia a estrutura energética da unidade e insere uma solução de geração de energia no ambiente escolar.

A escola recebeu paisagismo, parquinho infantil e áreas de convivência, ampliando as possibilidades de permanência e lazer para as crianças.

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