Governo encaminha Projeto de Lei para assegurar correção de salários dos servidores civis ativos e inativos

Como uma soma dos esforços que o governo do Pará realiza, mesmo diante da pandemia do novo coronavírus, o governador Helder Barbalho anunciou, nesta terça-feira (11), que encaminhou para a Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) um Projeto de Lei que vislumbra equiparar o salário base ao salário mínimo no Pará, contemplando assim, os servidores civis ativos e inativos do Estado. Serão beneficiados 20.619 servidores civis ativos e cerca de 10.482 servidores da educação, além de 10.394 civis inativos e pensionistas.

O governo trabalha na saúde, educação, segurança, entre outras áreas, para que, mais melhorias sejam realizadas em prol do desenvolvimento do Estado, e dessa mesma forma, a atual gestão busca de forma incessante a valorização do funcionalismo público, através de feitos oportunos.

Helder Barbalho enfatizou a notoriedade que o funcionalismo público do Pará merece ter, resultante do trabalho que a classe executa, com total solicitude e competência.

“Essa é uma dívida histórica que o governo tem com os servidores, e com esta iniciativa, entre os servidores ativos e inativos do Estado, mais de 36 mil colaboradores poderão ter esse direito assegurado, com o retroativo a janeiro de 2020.

O servidor público é um patrimônio do Estado e merece ser valorizado, dessa forma, vamos juntos continuar trabalhando por mais melhorias em todo o Pará”, complementou Barbalho.

A secretária de estado de Planejamento e Administração (Seplad), Hana Ghassan, destacou a importância da ação do governo para com o funcionalismo, e a contínua busca pelo reconhecimento dos que compõem o serviço público.

“Mesmo diante da crise causada pela pandemia, e seus impactos nas contas públicas, o governo trabalha sempre em busca de mais mecanismos para a valorização dos servidores públicos estaduais. Esta medida vai beneficiar um número expressivo de servidores, haja vista que permitirá a recomposição do vencimento básico dos servidores, adequando-os ao valor do salário mínimo”, disse Ghassan.