Com a ajuda da internet, é possível aprender inglês sem cair em armadilhas

A Catho, empresa que funciona como um classificado virtual de empregos, aponta em sua 57ª Pesquisa Salarial, que a remuneração de um funcionário fluente em inglês, em cargo de gerência, é até 70% maior em relação a um profissional do mesmo nível hierárquico, mas sem a fluência no idioma. De olho nessa necessidade, o operador de telemarketing Hebert Sena, de 23 anos, quer ampliar seus conhecimentos em inglês através de um curso, mas vê a questão financeira como empecilho.

“Acredito que, atualmente, o inglês nem é mais um diferencial em uma entrevista de emprego como era antes. Hoje já é um pré-requisito básico até mesmo para enviar o currículo. Gostaria muito de ter esse destaque e dominar uma nova língua”, explica.

Hebert aprendeu por meio de música, séries e filmes o pouco que sabe ler e entender em uma conversa em inglês. A sua estratégia em 2022 foi focar em uma área que garanta retorno profissional de modo mais rápido. Como ganha pouco, optou por uma bolsa de estudo do Educa Mais Brasil para o curso técnico em enfermagem. Para ele, a qualificação é o pontapé para firmar carreira na área de saúde. Com a melhora na sua renda, ele acredita que conseguirá recursos para ampliar seus conhecimentos em inglês através de um curso on-line.

O jovem acredita que uma formação desse tipo exige investimento e necessita de acompanhamento profissional especializado e olha com desconfiança as promessas milagrosas anunciadas na internet de fluência em poucos meses, técnicas para quem quer aprender sozinho e, até mesmo, cursos muito baratos. “Confesso que sou um pouco desconfiado de cursos muito, muito baratos ou de instituições de que nunca ouvi falar. Isso é mais porque tenho a ideia de que o curso em uma escola de línguas tradicional não é realmente barato”, diz.

Para o professor Alessandro, é preciso ‘entender que inglês é investimento, e não um gasto’. FOTO ACERVO PESSOAL (2)

Com experiência em ensino de inglês on-line, o professor Alessandro Vasconcelos entende o receio de Hebert e, também, acredita que é preciso cautela frente às promessas de ensino rápido demais. Para ele, o aprendizado é algo constante e cair nessa ideia de adquirir fluência em pouquíssimo tempo pode trazer prejuízos e frustrações para o aluno. “Dizer que partimos do zero para um resultado avançado em três meses é cruzar a linha de partida certo de que não vai chegar ao final no tempo que estabeleceu, e isso vai gerar frustração. Essa expectativa não correspondida é uma das principais causas pela qual o aluno tem travas e desenvolve crenças que limitam seu aprendizado”, destaca o professor on-line do CNA Go.

Vasconcelos acredita que inúmeras promessas de aprendizado rápido, sem metodologia comprovada ou qualidade nos materiais didáticos, no fim, são frutos de projetos que tenham pouco compromisso com o aluno. Ele menciona uma frase do sociólogo polonês Zygmunt Bauman de que ‘tudo é mais fácil na vida virtual, mas perdemos a arte das relações sociais e da amizade’. “Atrevo-me a dizer que essa promessa falsa de facilidade e rapidez seria algo que Bauman chamaria de “inglês líquido”, no qual existe pouco compromisso com o aprendizado. De maneira geral, é oferecido o “rapidinho” em detrimento do sólido, eficiente e duradouro”, explica o professor.

Como começar a aprender outra língua pagando pouco?

O professor Alessandro observa que a primeira e mais valiosa dica para começar a aprender o inglês ou qualquer outra língua é quebrar justamente crenças limitantes que existem no senso comum. “É bastante recorrente a quantidade de alunos que inicia um curso de inglês (seja presencial, híbrido ou on-line), com a ideia de que falar vai ser difícil, de que a pronúncia da língua inglesa é complicada, de que em inglês se escreve tudo ao contrário. Sem desconstruir essas máximas, não existe uma real liberdade para permitir que o processo de aprendizagem aconteça”, considera o professor.

O segundo passo, claro, é entender que o aprendizado é um processo. Exige tempo e investimento – não só financeiro, mas, também, pessoal. Uma dica para quem quer começar: procure opções que sejam coerentes com sua renda. “Entender que inglês é investimento, e não um gasto, é igualmente importante uma vez que, ao primeiro sinal de crise, é preciso fazermos cortes. Um ponto importante é fazer investimentos em nossa carreira que sejam condizentes com nosso ganho. Aqui entra a escolha do tipo de curso a fazer. É essencial que o valor do investimento caiba no orçamento sem comprometê-lo em áreas essenciais”, aconselha o professor Alessandro.

Inglês acessível e confiável

Conhecer não só a metodologia dos cursos, como também a instituição que oferece a formação é o terceiro passo apontado pelo especialista para quem quer aprender inglês sem cair em falsas promessas. Na internet, as opções são inúmeras e com um simples clique é possível saber um pouco mais sobre a qualidade dos cursos. Existem opções totalmente on-line, como o CNA Go, que faz parte do CNA, uma das maiores redes de escolas de idiomas do Brasil.

No CNA Go, os planos possuem valores acessíveis com mensalidades entre R$65 e R$200. Para tornar o valor ainda mais acessível, a empresa possui parceria com o Educa Mais Brasil, programa de incentivo estudantil. Juntos, ambos disponibilizam até 35% de desconto em bolsas de estudo de inglês, possibilitando uma economia final, durante todo o curso, de mais de R$ 700.

Apesar de ser 100% virtual, o aluno não sente que está aprendendo sozinho, um dos receios do estudante Hebert. No CNA Go, há aulas de conversação ao vivo. As de superclasses abordam temas atuais em tempo real e com a condução de um professor. “Tivemos recentemente uma aula de Natal que foi o maior sucesso! O bacana dessas aulas (gravadas e ao vivo) é que o aluno pode assistir a conteúdos novos sobre temas diferentes ou optar por rever para entender melhor, quantas vezes quiser, sem limitação de vezes”, ressalta o professor Alessandro, um dos docentes responsáveis pelas aulas do CNA Go.

Entre os pontos positivos da metodologia do curso está trabalhar as dificuldades dos estudantes para além do “você errou, tente novamente”. “Os exercícios têm como objetivo formar esse aluno, oferecendo uma explicação sobre o conteúdo que vai auxiliá-lo a atingir o resultado correto na atividade”, explica Alessandro.

O professor ressalta, ainda, que com intuito de garantir a aprendizagem mais ampla, o aluno é amparado por exercícios dentro do próprio aplicativo que treinam as quatro habilidades – ouvir, ler, escrever e falar -, além de videoaulas, possibilidade de esclarecer dúvidas pelo aplicativo que serão respondidas pelo professor on-line e materiais de apoio em PDF para download.

 

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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