Aniversário de Belém com evento cultural da AGDAF

Em época de contenção de despesas na Prefeitura Municipal de Belém, A “Associação de Grupos de Danças Folclóricas” (AGDAF) da Região Metropolitana de Belém não deixou passar em branco, comemorando o aniversário de Belém do Pará (401 anos) ao modo paraense, realizando o projeto “BELÉM, O FOLCLORE TE ABRAÇA”.

Um grande evento cultural para homenagear a metrópole da Amazônia e o povo paraense, que iniciou com três dias de festa no CENTUR (12, 13 e 14/01), com apresentação de 21 grupos associados (folclóricos e parafolclóricos) com muita dança e música regional. O projeto encerrou com um grande Cortejo Cultural (15/01) com participação de todos os grupos na Av. Presidente Vargas, da estação das docas até a Praça da República, onde cuminou com uma Roda de Carimbó.

Este projeto teve apoio cultural e de infraestrutural do Governo do Estado do Pará através da Fundação Cultural do Pará (FCP) e da Prefeitura Municipal e Belém, através das secretarias: FUMBEL, BELEMTUR, SEMMA, SEMOB.

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A AGDAF, é uma organização sem fins lucrativos, criada em 29 de abril de 2016, com o objetivo de suprir, promover e representar os anseios políticos e sociais de grupos folclóricas da região. Organizando os grupos, para assim poder cobrar, especialmente do poder público, melhorias em todos âmbitos. Conta com 26 grupos filiados, entre, parafolclóricos e de projeção folclóricas, valorizando e Fortalecendo os Grupos.

* PROGRAMAÇÃO NO CENTUR:

* 12/01: Paramazon, Mayaná, Iaça Luterana, Sabor Marajoara, Mistura Regional, Encantos do Curió, Os Curupiras.

* 13/01: Tambatajá, Uirapuru, Bfam, Mapinguari, Trilhas da Amazônia, Vaiangá, Iaça Associação

* 14/01: Amazônia, Charme Caboclo, Frutos do Pará, Moara, Amazônia Brazil, Tucuxi, Baioaras

Os grupos folclóricos, são aqueles que envolvem: dança, música, coreografia, encenação, mas, também possuem uma função existencial, ou seja, contam as lendas e fatos históricos; Os grupos denominados parafolclóricos são aqueles que apesar de terem música, dança e coreografia, não representam um fato histórico; Existe também uma terceira categoria, os grupos de projeção, que são os grupos folclóricos mirins ou infantis, formados em escolas ou no PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil). Organizados por pessoas ligadas aos grupos principais ou por professoras de escolas, e tem a função de educação e a valorização cultural, servindo também como preparação para entrarem nos grupos principais.

Fontes: Musica e Cultura UFSC, Presidente AGDAF,

Elias Lopes.