Fluminense e SOS Mata Atlântica anunciam parceria inovadora

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O Fluminense Football Club e e a Fundação SOS Mata Atlântica anunciaram uma parceria inovadora, que prevê uma série de ações em conjunto pela preservação de uma das florestas mais importantes do mundo. Para marcar a parceria, a ONG estampará a logomarca no uniforme do Tricolor até o fim do ano e o Campeonato Brasileiro contará com as presenças integradas do Guerreirinho e do mascote da SOS Mata Atlântica.

A parceria foi divulgada em entrevista coletiva realizada na tarde desta sexta-feira, que contou com as presenças do presidente do clube, Peter Siemsen; de Mario Mantovani, diretor de Políticas Públicas da SOS Mata Atlântica; de Leonardo Lemos, vice de marketing do Flu; e Luiz Carlos Rodrigues, diretor de desenvolvimento sustentável do clube, que explicaram que, além de dar visibilidade à causa, o Fluminense e a SOS Mata Atlântica estão juntos para desenvolver outras iniciativas concretas em defesa das florestas.

“A SOS Mata Atlântica está feliz com essa parceria, que é muito importante para nós. Além de ter a marca estampada na camisa deste grande clube e estimular a entrada do tema ambiental na agenda dos times, a parceria vai muito além, com iniciativas de educação ambiental e restauração florestal. A floresta preservada garante nossa água, ar puro e diversos outros benefícios, nossa qualidade de vida, enfim”, afirma Mario Mantovani.

Segundo o presidente Peter Siemsen, “O que o Fluminense está fazendo ainda é pouco diante do que é preciso. Mas é importante que marcas como o Flu participem, mostrem engajamento e pensem no futuro. Há cerca de 40 anos o clube criou o patrocínio no Brasil com o plano Mobral, uma iniciativa importante naquele tempo. Em 1995 estampou o slogan ‘Ame o Rio’ no uniforme. Agora o Fluminense abraça mais uma vez uma causa importante com esta parceria. É muito mais do que a exposição de uma marca. O Tricolor está verdadeiramente comprometido com a causa”.

Floresta Fluminense

Um exemplo de ação inovadora da parceria entre Fluminense e SOS Mata Atlântica é o desenvolvimento, via plataforma crossfunding (financiamento coletivo entre empresas e pessoas físicas),  da restauração florestal de uma área de aproximadamente 10 hectares, que envolve o plantio de 25 mil mudas nativas.

A região ainda será escolhida e o Fluminense terá o direito de colocar o nome no espaço e ter a própria floresta. Será o primeiro clube do Brasil a ter Naming Rights sobre uma área de restauro florestal com todo o suporte da SOS Mata Atlântica para o desenvolvimento do projeto.

Serão realizadas também campanhas de conscientização sobre a importância da preservação da natureza.

Unidos pela preocupação com a Sustentabilidade

Foram as iniciativas do Fluminense em busca do Desenvolvimento Sustentável – é o único clube do país a ter uma diretoria com este fim – que aproximaram o Flu da SOS Mata Atlântica. Desde 2011, o clube procura atuar concretamente pela causa. Em Xerém, já foram plantadas mais de 3.600 mudas nativas da Mata Atlântica. Além disso, 100% dos resíduos orgânicos produzidos são transformados em adubo. O Tricolor ainda combate o desperdício, orienta os jovens com aulas de cidadania e agora terá a ajuda da SOS Mata Atlântica também com palestras e ensinamentos importantes.

Marlon Santos, Nogueira e Daniel, jogadores do time profissional e que passaram pela base tricolor aprenderam muito em Xerém sobre cidadania, direitos e deveres. Porta-voz do grupo, o camisa 4 falou sobre a importância da causa: “Temos de cuidar do que está ao nosso redor para o ar que respiramos não fique mais comprometido. Precisamos ser conscientes.”

Com informações da SOS Mata Atlântica e Comunicação do Fluminense F.C.

 

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